Desde que criei o blog eu tinha vontade de escrever sobre esse tipo de coisa, pois nunca tinha visto em outro blog. Então desde fevereiro eu faço um post por mês para falar um pouco sobre o surgimento da escrita e as fases até o livro tomar a forma que o conhecemos hoje.
Foi realmente difícil fazer os posts, por diversos motivos. Tanto para encontrar conteúdo, inclusive meu computador ficou com vírus durante uma das pesquisas que fiz e foi esse o motivo para não ter todos os links de onde peguei informações do 2º post, mas principalmente escrever um assunto que não vejo em outros blogs e por essa razão eu não tinha ideia de como as pessoas reagiriam.
Só foram feitos quatro posts devido aos comentários que recebi, onde percebi que as pessoas gostaram e principalmente, aprenderam. Apesar de não ter agradecido em nenhum outro post, estava esperando especialmente este, fica aqui o meu agradecimento a todos que leem o que eu tenho a dizer e fico feliz em saber que alguma dessas coisas tenham sido útil e/ou interessante para vocês.
Esse será o último post sobre a "evolução" do livro. As três primeiras partes podem ser lidas aqui: Mais que rabiscos, Do papiro ao e-book [parte 1] e Do papiro ao e-book [parte 2].
Idade Contemporânea
Cada vez mais aparece a informação não-linear, seja por meio dos jornais ou da enciclopédia. Novas mídias acabam influenciando e relacionando-se com a indústria editoral: os registros sonoros, a fotografia e o cinema.
O acabamento dos livros sofre grandes avanços, surgindo as edições de luxo.
- Atualmente, a Bíblia é o livro mais vendido do mundo.
Livro eletrônico (e-book)
O livro deve ser composto de um grupo de páginas encadernadas e ser portável. Entretanto, mesmo não obedecendo a essas características, surgiu no final do século XX o livro eletrônico. Ainda é cedo para dizer se o livro eletrônico é um continuador do livro típico ou uma variante, mas como mídia ele vem ganhando espaço, o que de certo modo amedronta os amantes do livro típico, os bibliófilos*.
Foi realmente difícil fazer os posts, por diversos motivos. Tanto para encontrar conteúdo, inclusive meu computador ficou com vírus durante uma das pesquisas que fiz e foi esse o motivo para não ter todos os links de onde peguei informações do 2º post, mas principalmente escrever um assunto que não vejo em outros blogs e por essa razão eu não tinha ideia de como as pessoas reagiriam.
Só foram feitos quatro posts devido aos comentários que recebi, onde percebi que as pessoas gostaram e principalmente, aprenderam. Apesar de não ter agradecido em nenhum outro post, estava esperando especialmente este, fica aqui o meu agradecimento a todos que leem o que eu tenho a dizer e fico feliz em saber que alguma dessas coisas tenham sido útil e/ou interessante para vocês.
Esse será o último post sobre a "evolução" do livro. As três primeiras partes podem ser lidas aqui: Mais que rabiscos, Do papiro ao e-book [parte 1] e Do papiro ao e-book [parte 2].
Idade Contemporânea
Cada vez mais aparece a informação não-linear, seja por meio dos jornais ou da enciclopédia. Novas mídias acabam influenciando e relacionando-se com a indústria editoral: os registros sonoros, a fotografia e o cinema.
O acabamento dos livros sofre grandes avanços, surgindo as edições de luxo.
- Atualmente, a Bíblia é o livro mais vendido do mundo.
Livro eletrônico (e-book)
Existem livros eletrônicos disponíveis tanto para computadores de mesa quanto para computadores de mão. Uma dificuldade que o livro eletrônico encontra é que a leitura num suporte de papel é cerca de 1,2 vez mais rápida do que em um suporte eletrônico.
Eu não tenho absolutamente nada contra quem os lê e ainda menos com quem não gosta deles. Eu os leio sim, e apesar de preferir ter o livro em minhas mãos, folhear as páginas, olhar a capa e a diagramação, sentir o cheiro, ver suas páginas amarelarem ao longo dos anos, eu não dispenso um e-book. Simples, não acho que um seja pior do que o outro e sim que cada um tem seus prós e contras e principalmente, eles tem a mesma finalidade, que é o de contar uma história, conhecimentos ou experiências.
Às vezes eu leio uns comentários que mais parecem desprezo a quem lê ou gosta dos dito cujos. Oras, por que ambos não podem ser bons? Por que ter de escolher entre um deles?
Além do mais, não acredito que o livro vá deixar de existir, caso esse seja o "medo" das pessoas que não gostam de livros eletrônicos, pelo menos não por enquanto. Como eu mostrei nesses quatro posts, o livro demorou muito, foram mais de 4 mil anos, para ser do jeito que o conhecemos hoje. Não se preocupem, quando o livro for raro o bastante para ser exposto em museus, provavelmente já estaremos todos mortos.
A única coisa que falta é o bom senso, pois quem em sã consciência comprará um livro virtual pelo preço de um livro de papel? E sim, já cansei de vê-los serem vendidos por uma diferença pequena de preço. Ou talvez isso não seja falta de bom senso, mas sim o medo de perder os compradores de livros. Depois reclamam de "pirataria", mas isso já é assunto para um outro post.
Não escrevi esse post para convencer alguém a aderir aos e-books. Eu leio vários, mas ainda assim prefiro os bons e velhos livros, só gostaria que as pessoas pensassem um pouco antes de sair por aí discursando de um jeito como se um e-book fosse uma ideia estúpida e desprezível.
Se os povos antigos não tivessem dado oportunidade às novas formas de divulgar ideias, ideais e experiências, nenhum de nós leria livro algum, a não ser que alguém fosse um monge copista ou talvez um nobre.
Qual é a ideia de vocês sobre incentivar a leitura? Se resume apenas a ler livros de papel ou que as pessoas parem nem que seja um minuto de suas vidas para ler uma história?
*Eu já tinha pesquisado o que é exatamente um bibliófilo, mas não vou explicar aqui, pois ontem a Luana fez um ótimo post falando exatamente sobre isso.
Ah, em uma das pesquisas que fiz, vi uma imagem muito legal que também fala sobre a evolução do livro, mas não a coloquei aqui porque ela está em inglês e eu não tive tempo para traduzir. Então caso sinta vontade de ver, o link é este aqui: Best Colleges Online
Eu não tenho absolutamente nada contra quem os lê e ainda menos com quem não gosta deles. Eu os leio sim, e apesar de preferir ter o livro em minhas mãos, folhear as páginas, olhar a capa e a diagramação, sentir o cheiro, ver suas páginas amarelarem ao longo dos anos, eu não dispenso um e-book. Simples, não acho que um seja pior do que o outro e sim que cada um tem seus prós e contras e principalmente, eles tem a mesma finalidade, que é o de contar uma história, conhecimentos ou experiências.
Às vezes eu leio uns comentários que mais parecem desprezo a quem lê ou gosta dos dito cujos. Oras, por que ambos não podem ser bons? Por que ter de escolher entre um deles?
Além do mais, não acredito que o livro vá deixar de existir, caso esse seja o "medo" das pessoas que não gostam de livros eletrônicos, pelo menos não por enquanto. Como eu mostrei nesses quatro posts, o livro demorou muito, foram mais de 4 mil anos, para ser do jeito que o conhecemos hoje. Não se preocupem, quando o livro for raro o bastante para ser exposto em museus, provavelmente já estaremos todos mortos.
A única coisa que falta é o bom senso, pois quem em sã consciência comprará um livro virtual pelo preço de um livro de papel? E sim, já cansei de vê-los serem vendidos por uma diferença pequena de preço. Ou talvez isso não seja falta de bom senso, mas sim o medo de perder os compradores de livros. Depois reclamam de "pirataria", mas isso já é assunto para um outro post.
Se os povos antigos não tivessem dado oportunidade às novas formas de divulgar ideias, ideais e experiências, nenhum de nós leria livro algum, a não ser que alguém fosse um monge copista ou talvez um nobre.
Qual é a ideia de vocês sobre incentivar a leitura? Se resume apenas a ler livros de papel ou que as pessoas parem nem que seja um minuto de suas vidas para ler uma história?
*Eu já tinha pesquisado o que é exatamente um bibliófilo, mas não vou explicar aqui, pois ontem a Luana fez um ótimo post falando exatamente sobre isso.
Ah, em uma das pesquisas que fiz, vi uma imagem muito legal que também fala sobre a evolução do livro, mas não a coloquei aqui porque ela está em inglês e eu não tive tempo para traduzir. Então caso sinta vontade de ver, o link é este aqui: Best Colleges Online
Fonte: Wikipédia